
Trabalhar em grupo será para sempre uma mais valia para um bom resultado final, isto, quando sabemos trabalhar em grupo. Quando sabemos conciliar os nossos pensamentos com o do outro, quando sabemos defender os nossos ideais não prejudicando ou de alguma forma nao menoscabar os ideais dos outros fazendo com que se perca o interesse.
Neste cuble de teatro - como em tudo na vida - sucederam-se situações que influenciaram o nosso bem-estar, como decorreram momentos em que existia um clima confortável e onde nos era dada a oportunidade de demonstrar as nossas necessidades de uma forma que pouca gente o faz: chorar e rir. Tal acontecia pelo facto de termos pessoas extraordinárias ao nosso lado, e prontas a dar-nos o que elas próprias careciam na altura. Éramos uns para os outros. Não só como actores e actrizes mas também como seres humanos. Fizemos com que algumas pessoas salientassem o que de melhor têm, e, até então, era desconhecido, fizemos com que o orgulho - embora às vezes preciso - fosse posto de lado, fizemos com que todos admitissem que precisavamos de cada um para nos aguentar, porque cada um tem características, e todas elas, todas ela são precisas para que funcionemos bem. E este conceito nao foi interiorizado por um acto forçoso, mas por as nossas capacidades reclamarem ajuda. Houve momentos em que o termo "desistir" foi o resultado de pequenas revoltas e medos, nessas alturas achavamos que essa, seria a saída mais simples, e vulgar. Mas no meio de tanta invulgaridade, seria justo agir como débeis? Não, e como não o éramos, (e não o somos), optámos pela saída mais enriquecedora, que, de longe, nos engrandeceu, engradeceu perante tudo, e perante aquilo que é mais importante: a nossa vida. Não considero este grupo, um simples grupo de teatro de vanguarda, mas sim, grupo de seres que, para mim, envolveram-nos na fraternidade mais completa. Do fundo do meu coração, obrigada!
"Os amigos são a família que nos permitiram escolher".
Olá meu Amor.
ResponderEliminarEfectivamente, é de homenagear este grupo de teatro.
Quando falo em grupo refiro-me mesmo a todas as pessoas envolventes que trabalharam em prol de um objectivo final que não poderia ter sido outro!
Dou os meus parabéns às professoras que com meios escassos, souberam fazer “milagres” e colocar esta peça na prática.
Aos intervenientes, tiro o meu chapéu, pois souberam todos sem excepção tocar-nos a nós espectadores. Com este trabalho, mostraram que não é necessário muitas coisas, basta a vontade e o amor que cada um coloca naquilo que faz.
Quanto à história… bem, a história tocou-me de uma forma especial… conta a história de um gato e de uma andorinha que se apaixonaram. Por razões óbvias, este seria um amor impossível! No entanto, até onde o amor nos poderá levar?
Parabéns a todos vós!
Mãe